Página Inicial

Institucional

Locação de Veículos Executivos

Nossos Motoristas

Frota de Veículos

Serviços

Orçamento

Trabalhe Conosco

Notícias

Contato

Orçamento em transporte VIP
Faça um orçamento sem compromisso com a Transvalix.
Notícias sobre Transporte Executivo

17/11/2010

Com a expectativa de investir cerca de R$ 145 milhões até o fim deste ano no País, a Arval, braço do Grupo BNP Paribas especializado em gestão de frotas leves no segmento corporativo, pretende assumir a liderança do mercado. "O Brasil ainda tem uma cultura de adquirir o veículo, mas é um setor que ainda tem muito a ser explorado e deve crescer com os eventos que irá abrigar, como a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas de 2016", afirma o diretor de Relações Institucionais e do Corporate Vehicle Observatory, Vincent Rupied.

A empresa administra a frota de carros alugados por pessoas jurídicas e acredita que o mercado brasileiro tem um grande potencial. "Ainda temos muito que explorar no segmento, mesmo com a cultura de compra do brasileiro", diz Rupied.

Além dos investimentos em território nacional, a empresa, que atua com leasing operacional, administrando a locação de veículos para o meio corporativo, pretende investir mais R$ 800 milhões até 2013 em todo o mundo, o que significa que atingirá uma frota de 15 mil veículos.

Todo este investimento se explica não só pelo fato de a Arval querer a liderança do mercado, mas pelo fato de a atividade ser responsável por metade de suas receitas.

De acordo com Rupied, a frota, que já teve um crescimento de 33% entre 2008 e 2009, e deve manter o aumento contínuo nos próximos anos, é constantemente renovada. "Nossos veículos sempre contam com um tempo para que sejam amortizados e, em seguida, utilizados, e, para evitar problemas, procuramos não firmar contratos muito longos, pois vão afetar diretamente, os custos de manutenção", explica o diretor.

Segundo o CVO, um fórum multidisciplinar que envolve, entre outros, gestores de frotas, montadoras e empresas de leasing, as tendências para o futuro incluem serviços ligados ao meio ambiente, à segurança dos condutores e a controle de custos.

O levantamento feito no primeiro trimestre deste ano pela Arval em todo o mundo e que, pela primeira vez, foi realizado no Brasil, aponta um grande interesse das empresas em alugar frotas que contem com indicadores como, por exemplo, relatórios de emissão de CO2.

Vincent Rupied explica que a pesquisa aponta um grande interesse por serviços diferenciados, como relatório de sinistros, consumo de combustível e quilometragem. No Brasil, 30% das empresas se interessam por veículos com rastreador e 20% buscam transporte que conte com GPS.

Crescimento
Um outro fator, além do crescimento econômico do País, também parece ter aquecido o setor. A Arval, por exemplo, administrava, em 2008, 27.802.763 veículos para pessoas jurídicas. Em 2009, este número saltou para 29.962.787, o que significa um crescimento de 33% da frota.

Para a empresa, as medidas governamentais de incentivo à venda de veículos, como a redução do redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), ajudaram o segmento.

Por outro lado, não se trata apenas de um único fator. Para a Arval, o número de veículos operacionais e de serviços no País é elevado - o que representa um fator relevante "do ponto de vista motivacional" e talvez explique o aquecimento da otimização de frotas. A Arval também aposta no segmento no Brasil, já que o mercado reagiu bem à crise financeira mundial. "Pesou o fato de o empresário brasileiro ser mais ágil nas decisões de promover mudanças", alegou a empresa.

Perfil
A Arval também realizou um levantamento no qual buscou identificar quais características os empresários procuram na hora de optar por modelos e marcas de veículos para sua frota. O estudo mostrou que a maioria avalia os custos diretos e indiretos, como o índice de roubo de determinados modelos, bem como outros, que tratam da manutenção e de autopeças.

No Brasil, existe um interesse crescente por veículos menos poluentes, como os flex e bicombustíveis. Os veículos elétricos, por outro lado, ainda são considerados uma realidade distante. Atualmente, no País, segundo a empresa, 49% dos veículos de frota são fruto de leasing financeiro, sendo que 42% são compra à vista e 6% via crédito direto ao consumidor. Apenas 2% são leasing operacional/locação, o que indicaria o grande potencial do mercado nacional.

Segmento
O mercado de locação de carros parece apresentar um cenário positivo, e não apenas para as empresas que administram frotas corporativas. Paulo Gaba Júnior, do Conselho Nacional da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), acredita que o setor deve dobrar no País até as Olimpíadas de 2016.


Fonte: DCI - SP

+ Notícias
Telefones: (11) 99868-1000/2272-6000