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Notícias sobre Transporte Executivo

16/11/2011

Gestão de frotas é a mobilidade do futuro, afirmam executivos

Executivos da Hertz, Pfizer, BDF Nívea e Shift Mobilidade Corporativa estiveram reunidos, nesta sexta-feira (11/11), no evento promovido pelo Comitê de Viagens e Mobilidade Corporativa da Câmara Americana de Comércio (Amcham), em parceria com o Instituto Alatur. Eles concluíram que a expansão e diversificação de atividades estão mudando a visão das empresas sobre a movimentação de seus colaboradores. Para eles, gestão de frotas é a mobilidade do futuro e apresenta mudanças no perfil dos usuários.

“Cerca de 35% dos carros produzidos são para o mercado de frotas, que passa a exigir veículos com mais qualidade e segurança. Há dez anos, a força de venda usava carros ‘pelados’. Hoje, as empresas desejam ar-condicionado, motor 1.6 e itens de segurança - como airbag e freio ABS. Essa mudança no perfil das empresas está ligada ao desejo de melhorar a frota para oferecer melhores condições de trabalho e ampliar a retenção de funcionários”, afirmou o diretor de vendas da Hertz, Hélio Martins Netto.

Como opção para aliar baixo custo à paixão por automóveis, grandes corporações optam pela terceirização completa ou parcial dos processos que envolvem gestão. O diretor geral da Shift Mobilidade Corporativa, Alexandre Pinto, acredita que é mais vantajoso pagar pelo uso que pagar pela propriedade. “A terceirização oferece benefícios como isenção de custos com licenciamento e emplacamento de veículos, distribuição logística da frota, seguros e manutenção, veículos reservas e assistência 24h para sinistros derivados de furto, roubo, incêndio ou colisão”, defende.

A troca de frota após um período determinado de acordo com a política da empresa é outro benefício apontado pelos executivos. “Trocamos os automóveis a cada 18 meses ou 100 mil quilômetros. Assim, deixamos de pagar manutenções que seriam feitas após esse período e desfrutamos do primeiro ano da garantia de fábrica. Nosso desafio é manter nossas necessidades e atender os anseios dos usuários, equilibrando o fator paixão por automóveis e custo”, afirmou Wilson Nascimento, do departamento de administração interna da BDF Nívea.

Para o diretor de vendas da Hertz, “Há uma tendência no modelo de gestão de frotas brasileiro, que começa a ter influências do modelo americano. Por lá, o risco é compartilhado entre clientes e locadoras, que dividem a depreciação do carro no final contrato. Com isso, o cliente acaba pagando valor mensal mais justo pelo serviço, já que o custo, que chega a representar 35% do valor mensal, não é repassado”. Ele comenta que, em 2015, a indústria produzirá cinco milhões de carros, número que tornará o Brasil o 3º ou 4º maior mercado do mundo. Segundo a Associação Brasileira de Locadoras de Automóveis (Abla), em 2010, o mercado de locação de veículos cresceu 17%, movimentando R$ 5,1 bilhões.

No Brasil, 60% das frotas são compostas por carros populares, 7% são de luxo e 17% médios. No setor de negócios, os maiores usuários são as indústrias (30%) e empresas de serviços (42%).


Fonte: Mercado&Eventos

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